Fabricantes · De B2B para B2C

Do produto ao consumidor, sem perder o controlo do negócio.

Ajudamos fabricantes consolidados a criar uma relação digital direta com o consumidor, coordenando canais, tecnologia, operação, crescimento e dados.

2005Experiência tecnológica e ecommerce desde 2005.
24Profissionais para cobrir todo o percurso.
7Países com atividade atual.
B2B→B2CEspecialização em fabricantes tradicionais.

A transição

Passar para B2C não significa substituir o que já funciona.

Significa acrescentar uma capacidade direta: vender, aprender com o consumidor e controlar melhor a experiência sem tratar o ecommerce como uma loja isolada. O modelo deve conviver com distribuidores, equipas, sistemas e mercados existentes.

Conflitos habituais

O desafio não está em publicar produtos. Está em coordenar decisões.

Cada tensão afeta várias áreas do negócio. Resolvê-las separadamente costuma transferir o problema de um departamento para outro.

01

Canais e distribuidores

Definir onde o canal direto acrescenta valor e como convive com a rede atual.

02

Preços e proposta

Criar uma oferta ao consumidor sem prejudicar margens, marca ou política comercial.

03

Catálogo e produto

Transformar dados internos em informação completa, coerente e útil para comprar.

04

ERP, logística e pagamentos

Ligar pedidos, stock, faturação, preparação, transporte, devoluções e pagamentos.

05

Operação e atendimento

Atribuir responsabilidades para o canal funcionar diariamente e responder ao cliente final.

06

Procura e conhecimento

Captar, converter e aprender com o consumidor através de dados próprios e decisões partilhadas.

Modelo integrado

Cinco capacidades em torno da mesma relação com o consumidor.

Nem todas são ativadas ao mesmo tempo ou com a mesma intensidade. A arquitetura evita que estratégia, tecnologia e operação evoluam em direções distintas.

01

Direção

Definir o papel do canal direto e a sua ambição real.

  • Objetivos e modelo
  • Mercados e canais
  • Proposta e prioridades
02

Tecnologia

Criar uma base ligada ao negócio existente.

  • Ecommerce e experiência
  • ERP, PIM, CRM e APIs
  • Cloud e automação
03

Operação

Fazer funcionar o canal com processos e responsáveis claros.

  • Catálogo e promoções
  • Pedidos e logística
  • Atendimento e marketplaces
04

Crescimento

Gerar procura e construir uma relação duradoura.

  • SEO + GEO/AIO
  • Aquisição e CRM
  • Conversão e fidelização
05

Dados

Transformar atividade digital em aprendizagem empresarial.

  • KPIs e analítica
  • Power BI e dashboards
  • Melhoria contínua

Percurso B2B→B2C

Começar com controlo. Escalar com evidência.

  1. 01

    Compreender

    Objetivos, canais, produto, equipas, sistemas, logística, mercados e restrições.

  2. 02

    Desenhar

    Modelo objetivo, proposta ao consumidor, âmbito, responsabilidades, indicadores e roteiro.

  3. 03

    Validar

    Piloto, categoria, mercado ou canal delimitado para testar hipóteses e resolver fricções reais.

  4. 04

    Construir

    Tecnologia, integrações, conteúdos, processos e capacidade operacional necessários.

  5. 05

    Operar e escalar

    Execução, aprendizagem e expansão progressiva segundo evidência e capacidade interna.

Decisões antes de ferramentas

O ecommerce não deve impor o modelo de negócio.

A tecnologia é escolhida depois de resolver as questões comerciais e operacionais fundamentais.

01

Loja própria, marketplace ou ambos?

Depende do objetivo, produto, procura existente e controlo necessário sobre a relação.

02

Que produtos e mercados primeiro?

Priorizam-se preparação, potencial, restrições e capacidade de aprender com investimento controlado.

03

Quem opera cada processo?

O modelo define o que mantém o fabricante, o que a Sitelicon pode assumir e o que exige terceiros.

04

Como convive com o canal tradicional?

Com uma proposta clara, regras comerciais e uma função específica para o canal direto.

Relação direta

Vender é importante. Aprender com o consumidor também.

O canal direto permite observar necessidades, comportamento, recorrência, incidências e resposta à proposta. Esse conhecimento pode melhorar produto, comunicação, serviço e decisões comerciais além do ecommerce.

01Pesquisas e procura
02Comportamento de catálogo
03Conversão e abandono
04Opiniões e incidências
05Recorrência e fidelização
06Mercados e segmentos

Experiência com fabricantes

Relações atuais, sem métricas inventadas.

O detalhe de cada caso será publicado apenas quando o âmbito, os resultados e as marcas forem autorizados.

01

Estrella Galicia

Fabricante · relação atual

02

Eckes-Granini

Fabricante · relação atual

03

Qylosa

Fabricante · relação atual

Referências de clientes

Os nossos clientes contam como é trabalhar com a Sitelicon.

Bloco preparado para incorporar uma referência real deste serviço.

FOTO
Nome ApelidoEMPRESA
«Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua.»

Diagnóstico inicial

Antes de recomendar uma solução, compreendemos o sistema completo.

A primeira fase organiza perguntas, riscos e prioridades para decidir se convém validar, construir, integrar, operar ou combinar várias linhas.

  • 01Objetivos e oportunidade
  • 02Canais e política comercial
  • 03Catálogo e preparação do produto
  • 04Tecnologia e integrações
  • 05Logística, atendimento e devoluções
  • 06Equipa e capacidade interna
  • 07Marketing e procura
  • 08Dados e indicadores

Resultados do diagnóstico

  • Mapa da situação
  • Riscos e dependências
  • Modelo objetivo
  • Prioridades e fases
  • Responsabilidades
  • Indicadores iniciais

Quando é necessário operar

SES transforma o percurso numa capacidade ecommerce integrada.

A página de fabricantes define o problema e o caminho. Sitelicon Ecommerce Services concretiza equipa, âmbito e sistema de trabalho para assumir responsabilidade coordenada sobre o canal.

Conhecer Sitelicon Ecommerce Services

Perguntas frequentes

As decisões que mais condicionam a passagem para B2C.

01Vender diretamente gera conflito com distribuidores?

Pode gerar se o canal nascer sem uma função clara. Proposta, sortido, preços, mercados e convivência devem ser definidos antes.

02É imprescindível criar uma loja própria?

Nem sempre. Loja própria, marketplaces ou uma combinação respondem a objetivos e níveis de controlo diferentes.

03Podemos começar com um só mercado ou categoria?

Sim. Um piloto delimitado reduz risco e acelera aprendizagem quando tem hipóteses, indicadores e capacidade de evoluir.

04Pode integrar-se com o nosso ERP e logística?

Normalmente sim. Primeiro revemos dados, processos, APIs, responsáveis e exceções.

05Quem trata de pedidos, atendimento e devoluções?

Depende do modelo: fabricante, Sitelicon dentro de SES ou uma combinação coordenada com operadores especializados.

06Como se decidem investimento e prazo?

A partir do âmbito, preparação do produto, integrações, mercados e capacidade operacional. Não existe uma cifra ou duração universal responsável.

07Podemos usar o canal para internacionalizar?

Sim, mas cada mercado exige rever procura, fiscalidade, logística, idioma, atendimento, canais e regulamentação.

08E se já tivermos ecommerce?

O diagnóstico identifica o que funciona e se tecnologia, operação, aquisição, dados ou governo devem evoluir sem substituir tudo.

Fabricantes · De B2B para B2C

Quer construir uma relação direta com o seu consumidor?

Conte-nos como funciona hoje o negócio e o que pretende alcançar. Começaremos por ordenar o percurso.

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